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Setembro Amarelo na by Seven: olhar além do que é aparente

há 3 horas
4 min de leitura

Por Marketing e Eventos


Todos os dias, dividimos nosso tempo com colegas, parceiros e equipes. Trabalhamos juntos, enfrentamos desafios, comemoramos resultados e seguimos a rotina lado a lado. Mas existe uma parte da história das pessoas que quase sempre permanece invisível. Nem toda preocupação é compartilhada. Nem toda dificuldade é percebida. Nem tudo o que alguém enfrenta aparece para quem está ao redor.

 

Foi a partir dessa reflexão que a by Seven estruturou suas ações para o Setembro Amarelo, campanha dedicada à conscientização sobre saúde mental, valorização da vida e prevenção do suicídio. Mais do que falar sobre o tema, a proposta deste ano foi estimular as pessoas a olhar além do que é aparente e perceber que pequenas atitudes de atenção, escuta e acolhimento podem fazer diferença. Mais do que uma campanha, uma oportunidade de criar conversas.


 

Uma oportunidade de criar conversas

 

Para a área de Gente e Cultura, trabalhar temas como saúde mental dentro das organizações não deve significar apenas criar uma ação pontual porque determinado assunto está no calendário. É uma oportunidade de trazer para o ambiente de trabalho conversas que fazem parte da vida das pessoas e que, muitas vezes, acabam ficando de fora da rotina, mas impactando o trabalho.

 

Karolyne Bez Fontana Prochnow, coordenadora de Gente e Cultura da by Seven.

 

A partir dessa visão, as ações foram pensadas para que as pessoas não fossem apenas espectadoras da campanha, mas também participassem dela.

 

Olhar além do que é aparente

 

A comunicação da campanha partiu de uma provocação simples. Será que estamos realmente olhando com atenção para as pessoas ao nosso redor?

 

A newsletter de abertura convidou os colaboradores a refletirem sobre as histórias, desafios e inseguranças que nem sempre conseguimos perceber. A mensagem reforçou que um simples "como você está?", quando feito com interesse genuíno, pode abrir espaço para uma conversa e fazer alguém se sentir acolhido.

 

Esse conceito também esteve presente nos conteúdos da campanha, como "O que você não vê", que chamou atenção para aquilo que existe na vida das pessoas, mas não necessariamente aparece na rotina profissional. A ideia era simples. Nem sempre sabemos o que o outro está vivendo, mas podemos escolher estar mais atentos.

 

Transformando conscientização em participação

 

Para levar essa reflexão para além da comunicação, a campanha contou com diferentes iniciativas ao longo do mês.

 


  • QR Code: uma contribuição que pode ajudar alguém

 

Em diferentes pontos da empresa, QR Codes convidaram os colaboradores a responder a uma pergunta. Sabia que você pode ajudar alguém escaneando esse QR Code? Ao acessar, cada pessoa pôde contribuir com ideias e atitudes que podem ajudar no dia a dia de alguém em relação à saúde mental. A proposta foi transformar conhecimento em contribuição e mostrar que cuidar também pode acontecer por meio de atitudes simples.


 

  • Dinâmica do agradecimento: reconhecer quem está ao nosso lado

 

Outra ação buscou valorizar uma dimensão muitas vezes esquecida da rotina de trabalho. O impacto positivo que as pessoas têm umas sobre as outras.

 

Na dinâmica, cada participante escolheu uma frase de agradecimento relacionada a algum apoio que recebeu no trabalho e indicou uma pessoa para receber um mimo como forma de reconhecimento. As entregas foram registradas para, posteriormente, compartilhar os momentos com toda a empresa.

 

Mais do que um gesto simbólico, a dinâmica partiu de uma reflexão. As pessoas com quem convivemos durante grande parte do nosso dia podem ter um impacto muito maior em nossa experiência do que imaginamos. Às vezes, alguém nos ajuda em um momento difícil, torna um dia melhor, oferece apoio quando precisamos ou simplesmente está presente. E nem sempre essa pessoa sabe o quanto aquilo significou.

 

Informação também é cuidado

 

A campanha também contemplou conteúdos educativos e a divulgação de canais que podem ser procurados por quem precisa de apoio. A intenção foi reforçar que falar sobre saúde mental envolve também informação, responsabilidade e acesso a ajuda adequada.

 

Por isso, a campanha não buscou transformar colegas ou lideranças em profissionais de saúde, nem atribuir à empresa o papel de resolver questões que ultrapassam o ambiente de trabalho. O papel da organização é outro. Criar um ambiente em que as pessoas possam falar, buscar ajuda e encontrar relações mais acolhedoras e respeitosas.

 

O papel do DHO: trazer temas relevantes para dentro da cultura

 

É justamente nesse ponto que a iniciativa se conecta com uma visão mais ampla sobre o papel de Gente e Cultura nas organizações.

 

Karolyne Bez Fontana Prochnow, coordenadora de Gente e Cultura da by Seven.

 

Uma empresa é formada por pessoas inteiras. Elas chegam ao trabalho carregando suas experiências, relações, desafios, expectativas e histórias. Ignorar isso não torna essas questões inexistentes.


 

Por isso, temas como saúde mental, diversidade, inclusão, segurança psicológica, desenvolvimento e relações humanas precisam encontrar espaço dentro das organizações de maneira responsável e coerente com a cultura que se deseja construir. A forma como essas pessoas se relacionam também influencia o ambiente que construímos juntos.

 

Cultura também se constrói nas pequenas atitudes

 

No fim, iniciativas como o Setembro Amarelo podem ser mais do que campanhas. Podem ser pontos de partida para comportamentos que continuam depois que o mês termina.

 

Olhar com mais atenção. Perguntar de verdade. Escutar sem tentar imediatamente resolver. Reconhecer quem esteve ao nosso lado. Perceber quando alguém precisa de apoio. Saber quando é hora de procurar ajuda especializada.

 

São atitudes pequenas, mas que ajudam a construir a cultura de uma organização todos os dias.

 

"No fim, cultura também se constrói assim: nas pequenas atitudes que reforçamos todos os dias. E, muitas vezes, aquilo que pode fazer diferença para alguém não exige uma grande ação. Pode começar simplesmente por perceber, perguntar, escutar e estar presente", completou Karolyne.

 

Na by Seven, o convite deste Setembro Amarelo foi justamente esse. Olhar além do que é aparente. Porque existem histórias, desafios e apoios que nem sempre vemos. E, muitas vezes, uma pequena atitude pode ser o começo de uma conexão importante.

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